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terça-feira, 10 de maio de 2016

DCConnect: Levemente Anárquico

O sentimento de força deriva de uma oportunidade que a vida nos dá e, que diante de uma necessidade de agir, logo entendemos que se não fizermos o que precisa ser feito, nada acontece.

Se colaboradores de uma empresa podem juntos fazer algo diferente, eles devem agir, botar para fazer e superar os obstáculos necessários para que os objetivos principais aconteçam. Mas, se estes não estiverem pensando juntos e caminhando em uma mesma direção, então temos apenas pessoas, indivíduos vivendo para si, desperdiçando o sentimento e a oportunidade de fazer algo maior.



Uma grande empresa, uma grande equipe, uma incrível comunidade nasce dos valores que cada integrante doa para benefício de todos. Trabalhar em um ambiente repleta de pessoas significa agir pelas pessoas, com as pessoas e, não para a pessoa. O agir é a força que uni a todos, se o agir é uma oportunidade de mudar o mundo, então a mente e o coração precisam estar conectados a tudo e a todos.

Somos todos colaboradores e somos todos produtores de um bem maior, que se preocupa com o próximo, afinal, sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto, é realidade. Ao doarmos nosso coração e nossas atitudes para fazer o bem, para construir um ambiente melhor, para colaborar, aprendemos mais e crescemos em maturidade, em amor, em plenitude, somos plenos, sêniores, vivos, mas é saudável abrir nossas mentes para o indivisível.



Pessoas conectadas, pensando juntas, em estado de fluxo e cooperação, criam oportunidades inimagináveis. O que o time da Datacoper construiu no dia 02 de maio de 2016, impulsionou sobremaneira o sentimento de força e abriu um abismo infinito nas atitudes  coletivas de todos. Não é só o fazer que transforma. O fazer transformador é aquele que exige força, é aquele que exige conjunto, gingado, união, suor.

O exemplo de trabalho e de colaboração que vivenciamos para construir um desejável e extraordinário movimento de integração só se compara ao de um reator nuclear, pois a gigante fissura criada pela nossa equipe foi capaz de impulsionar energia nunca antes produzida pelas nossas rupturas. O DCConnect impactou e promoveu uma desestrutura, uma leve anarquia em nossos pensamentos e atos.

O evento do dia 2 de maio rompeu barreiras, quebrou paredes, construiu identidade. Da mesma forma que um reator produz grandes quantidades de calor e intensas correntes de radiação, que são mortais. O DCConnect foi mortal para as doenças e mazelas do corporativismo.

Criamos um movimento de integração da Datacoper, com clareza para a promoção do bem, com valores comuns e aplicáveis aos objetivos da empresa. Como grupo devemos nos manter focados em conquistar nossas metas e inovar sempre. Como time, como equipe não podemos fazer nada diferente do que estamos fazendo, precisamos continuar, manter o ritmo, acelerar.

Somos todos protagonistas de umas das mais belas criações já promovidas por uma empresa. Somos atores e buscamos um palco cada vez maior para suportar nossas expectativas, nossa lealdade, nossas convicções e reciprocidades.

Vamos em frente!


Que a força esteja com você!

Agradecimento especial ao Arthur da Igreja, pela contribuição exponencial de suas ideias e sentimentos à nossa organização, como ele mesmo disse, 'levemente anárquica'.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Deixe os loucos empreendedores participarem da gestão

Instabilidade e catalisação. A geração dos ‘loucos’ é o tudo e o nada na visão dos conservadores. 
O tudo, porque imaginar em seu quadro de funcionários pessoas loucas, ou fora da casinha, ou profissionais que criticam e mostram caminhos diferentes do comum, é ruim, péssimo para um empreendedor retrogrado e cabeça baixa. O nada, pois como loucos participando da gestão da empresa trarão resultados significativos?



O fato é que 'gestão é algo muito, mas muito importante para ficar somente com os gestores!'
Estar entre o tudo e o nada é o mesmo que tomar café com leite pensando que o suco é de laranja, resultado, azeda tudo. O momento exige que os loucos aflorem, deixem seus mosteiros no Tibete e entrem em cena de uma vez na gestão das empresas. 
Loucos na operação com viseiras tapando seu potencial de crescimento são como burros de carga. 
Loucos devem mostrar sua cara, mostrar porque vieram.
A geração dos loucos proclama por uma reinvenção do ambiente de trabalho. Seja quem for que reinvente o trabalho, se a empresa ou o profissional, quem puder fazer isso precisa agir imediatamente. A geração dos loucos não fica explícita no profissional somente, mas nas empresas, nas equipes e em seus perfis, em seus critérios. 
Você já passou por uma situação em que lançou uma ideia e surpreendeu-se com uma expressão dos demais dizendo, você está louco? Talvez você não tenha passado por isso, mas eu já estou acostumado. 
Se você já viveu situações como essa e se arrependeu, ficou envergonhado, pare! faça novamente, acreditar em si e nas suas idéias é o diferencial para o entusiasmo e, loucos são entusiastas por natureza. Da mesma forma, sua equipe já recebeu críticas como esta da diretoria, dizendo, vocês estão todos loucos! Puxa vida, quer elogio melhor que este para quem está em busca da criatividade e da inovação?


Loucos com mentes abertas para pensamentos e idéias incomuns. Loucos com sanidade suficiente para projetar negócios nunca imaginados. Loucos que residem no planeta da simplicidade, que perguntam três vezes ‘o porquê’ para ter certeza se as coisas podem ser feitas de outra maneira. 
A crítica à loucura no ambiente empresarial esta na incapacidade das pessoas  que não conseguem tirar as idéias do papel. 
Por vezes as ideias são muito malucas e de gigantesca dificuldade de aplicação. Por vezes,se mostram impraticáveis e é nesse momento que o louco precisa equilibrar os ânimos de sua insanidade para passar a enxergar como um realizador.
A geração dos loucos é aquela que idealiza o que fazer e também o como fazer, são esses os loucos que estão faltando nas empresas de hoje em dia, é esse nível de loucura que falta nos empreendedores. 
Se todo empreendedor fosse da geração dos loucos o mundo seria outro. 
Não enlouqueça, desça das nuvens para a realidade, pois os loucos possuem habilidade para executar. Habilidosos, tendem a executar suas ideias de maneiras arrepiantes. Não controlam sua insanidade ou mesmo seus limites dentro do hospício. 
Desesperam-se para atingir os resultados deixando para trás um rastro de criatividade, inovação e uma mistura de ansiedade e instabilidade. 
Loucos habilidosos dessa geração do fazer são como sementes aladas, espalham-se energicamente por campos empreendedores.
Hoje, século atual, as competências estão na aprendizagem, pois a voracidade para que as coisas inertes sofram mudanças na ótica insana é imediata. Loucos não são reagentes, são agentes de mudança, são pessoas que independente da geração, seja x, y ou z, botam pra fazer, revolucionam.
O imediatismo é uma das novas competências desta geração que aqui chamo de a geração dos loucos fazedores.
Somente com um ou dois parafusos soltos é que sentimos a coragem para fazer mudanças.
Outra competência inerente ao atual momento é a da iteração, não há mais como suportar ou permitir que ideias ou ações fantásticas fiquem sem continuidade. É a competência daqueles que não querem ficar só no planejamento, querem partir para a execução, inspecionando ao mesmo tempo em que vão fazendo. 


Loucos puxam, energizam os ambientes em que estão, movem peças com maestria sem ser cobrados para fazê-lo e chegam aonde querem. Buscam novas competências para desenvolver novas práticas.
Não gostar do tradicional é o principal motivo de surto para qualquer louco. Ter que repetir as mesmas coisas que são feitas há séculos é como dar um mergulho em uma piscina vazia. 
A reinvenção do trabalho parte desses malucos habilidosos fazedores que simplesmente fazem, porque fazer é a competência atual que mais pesa para o profissional.
Você é um profissional da geração dos loucos. Não é? Você prefere o risco teórico ou escorregar sem sentir o peso do mundo sob suas costas? Loucos dão sentido à vida, ao trabalho, ao mundo. Faça isso! Corra para um lugar incomum, não fique trancado dentro da mesma cela por tanto tempo. 
Levar a sociedade para um novo estágio é a função de todo louco. Loucos são loucos porque desenvolvem um sentido cognitivo diferente, são multitarefa, possuem capacidade de convergência, clareza e honestidade nas relações humanas, é assim que a vida segue na insanidade de quem não suporta ficar parado.
Em síntese, loucos são empreendedores, empreendedores são loucos!

Vamos em frente, nobres insanos empreendedores!!!