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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Mantenha-se simples, enxuto e ágil


“A chave é retomar a arte de pensar pequeno: satisfazer os clientes, conseguir comunicações mais rápidas, mover-se com mais agilidade, todas estas coisas são mais fáceis quando se é pequeno. E estas são todas as características de que se precisa num ambiente global de rápida mudança” 

Jack WelchJr., ex-presidente da General Eletric Co.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Estratégia de Marketing Orientada para o Cliente


Olá!

Nobres amigos deste blog, caríssimos, enquanto a gente estuda e busca aperfeiçoar os métodos de produtividade no dia a dia incansável, passo por aqui hoje para compartilhar um material muito interessante para vocês analisarem.

Vamos falar de Estratégias de Marketing Orientada para o cliente.
Vamos começar com o material abaixo do Prezi. É um material legal para se aprofundar. Talvez você possa parar exatamente nele antes de prosseguir a leitura deste post, pois com certeza essa apresentação é muito boa. Raja organizou muito bem o assunto.





Seguindo na linha do assunto, já que você resolveu continuar lendo mais, precisamos encaixar outros 2 elementos chaves para estudo:

- O livro abaixo trata exatamente do tema e é um dos pioneiros no assunto.



- Outro livro que vale dar uma olhada é o clássico Marketing 1 a 1, de Don Peppers e Martha Rogers.



Outro estudo pode estar também no processo de negócio. Encaixar processo de negócio com tecnologia é o desafio para estabilizar a boa e a má estratégia.

Veja o ciclo abaixo sugerido para um modelo emergente de interatividade, comprometida com a complexidade da gestão de mudança pela co-criação.

Fonte: http://scrumex.com.br/blog

De certa maneira, minha visão aqui com este texto é mostrar uma nova ruptura para nossos modelos de gestão do conhecimento, execução e governança.

Fonte: http://goo.gl/3AvYa8

Para encerrar o post de hoje, dedico uma canção a todos que me acompanham nestes anos de teimosia e que nos ajudam a crescer. De fato vendas é uma atividade coletiva.


Nobres amigos, vamos em frente, caso queira trocar uma ideia sobre este assunto para o seu startup, pense que pode trazer para o 1 a 1 os modelos de abordagens de interação com o cliente. Foque qualidade, não quantidade.


Jordano Gonzatto

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Deixe os loucos empreendedores participarem da gestão

Instabilidade e catalisação. A geração dos ‘loucos’ é o tudo e o nada na visão dos conservadores. 
O tudo, porque imaginar em seu quadro de funcionários pessoas loucas, ou fora da casinha, ou profissionais que criticam e mostram caminhos diferentes do comum, é ruim, péssimo para um empreendedor retrogrado e cabeça baixa. O nada, pois como loucos participando da gestão da empresa trarão resultados significativos?



O fato é que 'gestão é algo muito, mas muito importante para ficar somente com os gestores!'
Estar entre o tudo e o nada é o mesmo que tomar café com leite pensando que o suco é de laranja, resultado, azeda tudo. O momento exige que os loucos aflorem, deixem seus mosteiros no Tibete e entrem em cena de uma vez na gestão das empresas. 
Loucos na operação com viseiras tapando seu potencial de crescimento são como burros de carga. 
Loucos devem mostrar sua cara, mostrar porque vieram.
A geração dos loucos proclama por uma reinvenção do ambiente de trabalho. Seja quem for que reinvente o trabalho, se a empresa ou o profissional, quem puder fazer isso precisa agir imediatamente. A geração dos loucos não fica explícita no profissional somente, mas nas empresas, nas equipes e em seus perfis, em seus critérios. 
Você já passou por uma situação em que lançou uma ideia e surpreendeu-se com uma expressão dos demais dizendo, você está louco? Talvez você não tenha passado por isso, mas eu já estou acostumado. 
Se você já viveu situações como essa e se arrependeu, ficou envergonhado, pare! faça novamente, acreditar em si e nas suas idéias é o diferencial para o entusiasmo e, loucos são entusiastas por natureza. Da mesma forma, sua equipe já recebeu críticas como esta da diretoria, dizendo, vocês estão todos loucos! Puxa vida, quer elogio melhor que este para quem está em busca da criatividade e da inovação?


Loucos com mentes abertas para pensamentos e idéias incomuns. Loucos com sanidade suficiente para projetar negócios nunca imaginados. Loucos que residem no planeta da simplicidade, que perguntam três vezes ‘o porquê’ para ter certeza se as coisas podem ser feitas de outra maneira. 
A crítica à loucura no ambiente empresarial esta na incapacidade das pessoas  que não conseguem tirar as idéias do papel. 
Por vezes as ideias são muito malucas e de gigantesca dificuldade de aplicação. Por vezes,se mostram impraticáveis e é nesse momento que o louco precisa equilibrar os ânimos de sua insanidade para passar a enxergar como um realizador.
A geração dos loucos é aquela que idealiza o que fazer e também o como fazer, são esses os loucos que estão faltando nas empresas de hoje em dia, é esse nível de loucura que falta nos empreendedores. 
Se todo empreendedor fosse da geração dos loucos o mundo seria outro. 
Não enlouqueça, desça das nuvens para a realidade, pois os loucos possuem habilidade para executar. Habilidosos, tendem a executar suas ideias de maneiras arrepiantes. Não controlam sua insanidade ou mesmo seus limites dentro do hospício. 
Desesperam-se para atingir os resultados deixando para trás um rastro de criatividade, inovação e uma mistura de ansiedade e instabilidade. 
Loucos habilidosos dessa geração do fazer são como sementes aladas, espalham-se energicamente por campos empreendedores.
Hoje, século atual, as competências estão na aprendizagem, pois a voracidade para que as coisas inertes sofram mudanças na ótica insana é imediata. Loucos não são reagentes, são agentes de mudança, são pessoas que independente da geração, seja x, y ou z, botam pra fazer, revolucionam.
O imediatismo é uma das novas competências desta geração que aqui chamo de a geração dos loucos fazedores.
Somente com um ou dois parafusos soltos é que sentimos a coragem para fazer mudanças.
Outra competência inerente ao atual momento é a da iteração, não há mais como suportar ou permitir que ideias ou ações fantásticas fiquem sem continuidade. É a competência daqueles que não querem ficar só no planejamento, querem partir para a execução, inspecionando ao mesmo tempo em que vão fazendo. 


Loucos puxam, energizam os ambientes em que estão, movem peças com maestria sem ser cobrados para fazê-lo e chegam aonde querem. Buscam novas competências para desenvolver novas práticas.
Não gostar do tradicional é o principal motivo de surto para qualquer louco. Ter que repetir as mesmas coisas que são feitas há séculos é como dar um mergulho em uma piscina vazia. 
A reinvenção do trabalho parte desses malucos habilidosos fazedores que simplesmente fazem, porque fazer é a competência atual que mais pesa para o profissional.
Você é um profissional da geração dos loucos. Não é? Você prefere o risco teórico ou escorregar sem sentir o peso do mundo sob suas costas? Loucos dão sentido à vida, ao trabalho, ao mundo. Faça isso! Corra para um lugar incomum, não fique trancado dentro da mesma cela por tanto tempo. 
Levar a sociedade para um novo estágio é a função de todo louco. Loucos são loucos porque desenvolvem um sentido cognitivo diferente, são multitarefa, possuem capacidade de convergência, clareza e honestidade nas relações humanas, é assim que a vida segue na insanidade de quem não suporta ficar parado.
Em síntese, loucos são empreendedores, empreendedores são loucos!

Vamos em frente, nobres insanos empreendedores!!!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Empreender é jardinagem avançada

É intrigante a capacidade do ser humano de recriar em miniatura uma réplica perfeita de uma árvore adulta. Mas um bonsai não é apenas uma árvore em um vaso, é mais que isso.

Cultivar bonsai significa conhecer de jardinagem avançada e, aí é que vem a minha curiosidade da cultura do bonsai em comparação com o empreendedorismo ágil.

Há tempos venho estudando sobre as técnicas da cultura do bonsai inspirado pela entusiástica paixão de anos do meu pai. Na tradução do japonês para o português bonsai significa ‘árvore em bandeja’. 




Pensar apenas em estabelecer uma empresa, com um ponto comercial viável, destacar-se com preços e promoções acessíveis e principalmente fazer propaganda de um produto legal, não é o que dá resultados extraordinários hoje em dia. Ao mesmo tempo, uma empresa dentro de uma bandeja não é garantia de sucesso em lugar algum. Já foi o tempo em que a bodega (boteco) ou o ‘mercadinho’, a mercearia, o botequim ou para os mais antigos ‘a taberna’, funcionava como uma bandeja.

Empreender em dias atuais, principalmente nesse rincão querido que é o Brasil, exige muito mais aplicação do empreendedor que apenas plantar sua árvore. Empreender é jardinagem avançada, requer conhecimento sobre botânica, meteorologia, silvicultura (estudo das árvores), design, manejo ambiental, física, enfim, empreender assim como cultivar bonsai é tarefa que demanda disciplina, exaustão, trabalho, ardor, suor e muita paixão.

‘Um bonsai deve ser uma réplica artística de uma árvore natural, mas em miniatura. Deve simular os padrões de crescimento e os efeitos da gravidade sobre os galhos, além das marcas do tempo e estrutura geral dos galhos. essencialmente é uma obra de arte produzida pelo homem através de cuidados especializados.’
A riqueza aplicada ao cultivo do bonsai para alguns é como uma elevação espiritual, algo místico, mágico, pois a energia que provem das plantas é única. Para outros bonsai nada mais é que um hobby, um estilo de vida aplicado ao estudo constante das plantas, da poda, da arquitetura e da modelagem.
Estudando e conhecendo mais sobre a cultura do bonsai consegui sentir que o universo do empreendedorismo ágil é como cultivar bonsai. Algumas pessoas fazem do empreendedorismo ou do ágil uma competição, como se precisassem provar que são bons, ou se colocam como artistas e pensam; “um dia, meu trabalho será reconhecido”. Quem lida profissionalmente com bonsai tem a necessidade de mostrar seu trabalho e quer que ele seja bem visto. Mas esse não é o objetivo, é uma consequencia da aplicação e do aprendizado contínuo.


Existe uma grande diferença entre o orgulho positivo e a soberba, orgulho mau. Temos de ter orgulho quando conseguimos um bom resultado e, por que não, mostrá-lo ao mundo. Não devemos nos considerar acima das opiniões e críticas dos outros.

O empreendedor ágil que se julga um grande artista corre o risco de ser medíocre, e considerar o seu ponto de vista somente. Todo aprendiz tem muito a ensinar e todo mestre, muito a aprender.

O empreendedor bonsaísta é aquele que sabe escolher o vaso correto para plantar sua árvore. Sabe o quanto de luz solar sua árvore deve tomar durante o dia e quanto de água ela deve receber.

Portanto, um empreendedor bosaísta é aquele que enxerga longe, que se preocupa com a longevidade do seu bonsai.