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quarta-feira, 28 de março de 2018

O lado bom da vida corporativa

Em tempos atuais o lado bom da vida corporativa é pensar em inovação, ambiente cool, arquitetura criativa, startups, e tudo mais que venha à mente tendo em vista as melhorias que as empresas implementam em seus ambientes para construir atmosferas saudáveis de vida.

O lado bom da vida corporativa é um livro contado em um pequeno post-it, ops! contado num pequeno post de blog maltrapilho como esse. Não, não pode ser isso, meus instintos dizem que o lado bom dessa vida é sobreviver anos, décadas dentro de uma organização, até mesmo se aposentar. Claro que não vale para cargos concursados. Pois aí, o lado bom da vida corporativa merece outro post, só para falar de como deve ser bom viver uma vida dedicada décadas às funções mais insanas dos cargos governamentais e etc.



Mas vamos falar do lado bom da vida corporativa, esta que a gente vive. Que eu pelo menos vivo há muito tempo. Alguns céticos vão dizer que não existe lado bom! Mas então como justificam estarem tantos anos fazendo a mesma coisa.

Julgo que não teremos mais esse tipo de discurso pelos próximos anos. Seja em ambiente corporativo, seja governo, os profissionais de fato profissionais que fazem da vida corporativa boa, estes terão que rebolar mais e mais.

Nossos cargos tem mudado. Nossos papeis tem sofrido mudanças. Estamos recebendo novas atitudes e valores todos os dias. As mídias sociais, os eventos em rede, todos tornaram-se grandes, gigantes e o respeito precisa estar em linha com todos os canais. O mundo corporativo não é mais o mesmo e nós como profissionais não somos mais as mesmas coisas. Nossas competências e prioridades são mutáveis com os últimos adventos. O lado bom da vida corporativa é que ela não é mais corporativa, é social.

Aos 37 anos de idade vejo que quase 4 décadas de muitas coisas feitas são quase nada perto do que o mundo esta exigindo de minha postura para o futuro. Antes as coisas caminhavam separadas. Agora tudo caminha junto. A internet ligou as coisas e mudou a vida corporativa. Tudo é corporativo. A vida como rede é corporativa como disciplina. Nós como pais somos corporativos pois nossos filhos precisam viver dentro da sustentabilidade de um entendimento maior.

O lado bom da vida corporativa é o mesmo que sentir-se verdejante, ops! o Incrível Hulk! Nervos para todos os lados. Eu acredito que cada um tenha a sua visão sobre o lado bom da vida corporativa.

Vamos nessa!

Até o próximo post!

Jordano







sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Mantenha-se simples, enxuto e ágil


“A chave é retomar a arte de pensar pequeno: satisfazer os clientes, conseguir comunicações mais rápidas, mover-se com mais agilidade, todas estas coisas são mais fáceis quando se é pequeno. E estas são todas as características de que se precisa num ambiente global de rápida mudança” 

Jack WelchJr., ex-presidente da General Eletric Co.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Intraempreendedorismo no radar das ações estratégicas

Que o empreendedorismo é um veio de alto impacto para a economia ninguém tem dúvida. Que empreender é algo que demanda força e atitude, ninguém tem dúvida. Mas quando é preciso criar mecanismos para que as pessoas se dediquem de corpo e alma a uma organização, aí sim encontramos dúvidas gigantes para resolver.



Intraempreendedorismo ou empreendedorismo corporativo é aquele em pessoas se dedicam à doar-se de corpo e alma à causa que por vezes não é dela.

O intraempreendedorismo é o que move exatamente aquele profissional que busca uma linha de visão mestra alinhada com a visão empresarial de onde trabalha. Ele não pensa em salário, em ganhar mais, em novos cargos ou naquele blá blá blás corporativo.

O intraempreendedor se dedica de corpo e alma para tudo. Não busca recompensas imediatas, pois ele esta preocupado com todos, com o todo. Ele não trabalha para o dono, ele trabalha para as pessoas. Ele trabalha para o projeto, para o sucesso total do produto, do negócio.

Intraempreendedor foca a construção conjunta, o crescimento coletivo, ele não tá nem aí pra méritos próprios. O intraempreendedor como o empreendedor são pessoas apaixonadas, fazem pela paixão, é isso que diferencia um empreendedor de um empregado.

Você conhece pessoas com esse perfil dentro da sua empresa?

No seu negócio, você identifica e valoriza esses profissionais?

A medida de sucesso de todo e qualquer negócio passa pela paixão em que as coisas são feitas. Desenvolver e estimular o intraempreendedorismo e impulsionar profissionais com competências empreendedoras pode fazer uma diferença absurda para o seu negócio.

Eu estou escrevendo este texto, pois conheço inúmeras pessoas que estão dentro de empresas totalmente isoladas, sem serem ouvidas ou sem ter ao menos espaço para empreender. Por vezes, eu as culpo pela falta de atitude e por não virar a própria mesa em busca de uma causa que faça sentido.

Mas muitos empresários não estão nem aí para quem quer mexer o molho secreto das coisas e chacoalhar a bagaça. Tem empresário que fica atrás do seu cajado só dando corda nas engrenagens e se alguma delas afrouxa ele faz questão de delegar para que alguém aperte a arruela pra ele.

Não preciso dizer nada sobre qual é o rumo a ser seguido pelas empresas que querem seguir em frente e botar pra quebrar nesse mundo de turbulência econômica, onde o cliente valoriza quem se diferencia, quem mostra competência, excelência e paixão.

Faça um favor para o seu negócio, puxe pra fora da água os empreendedores da sua empresa, não deixe eles se afogarem!

Vamos que vamos!!!

Abraços e até o próximo!

Jordano

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Em 2016 respire o cliente mais do que nunca!

Todo ano eu dedico um tempo para escrever uma mensagem de final de ano.
Nesta mensagem eu busco uma visão de futuro sempre olhando para frente, com o passado na rabeira, claro!

Nem sempre eu torno pública essa mensagem, mas esta eu quero publicar para todos. 

Principalmente, eu quero publicar para os empreendedores.



Quero falar para os malucos que estão rompendo barreiras diariamente, quase sem respirar, como artesões na idade antiga, inovando sem parar no agronegócio brasileiro.

2016 respire o cliente mais que nunca!! 

Foco no cliente, entenda os problemas, enalteças as dores, os sonhos, as angustias do cliente. Pesquise, pergunte, fuce, intrometa-se, transgrida para que o cliente se sinta junto!

Se o seu negócio é pequeno, você precisa se diferenciar para não ser engolido e não perder espaço para os grandes. Comece definindo quais sãos os seus clientes e como atendê-los proativamente pelos próximos 5 anos.

Se o seu negócio esta em crescimento, você precisa encorpar a gestão, profissionalizar ainda mais os pontos de atendimento ao cliente, monitorar seu comportamento de compras e seu perfil econômico, com mobilidade total para as equipes. Especializar a sua oferta (produto+serviço+dores+ganhos) pode ser uma vantagem chave.

Se você é grande, espero que a sua plataforma de negócios esteja especializada e conectada com o cliente em todos os pontos. Caso não! Você corre o risco de estar atrasado ou não conseguindo chegar nos anseios da sua rede de relacionamento (canais e consumidores finais). Inserir mais dedicação no 1 a 1 pode se tornar a curto prazo mais próximos os números. Pense nisso!

Em síntese, respirar o cliente é coletar com audição a diferenciação e aprender a colaboração, com os clientes, é assim que você pode estar onde o seu concorrente não está! Enfim, que em 2016 a gente se antecipe, fique mais ligado.

Desejo que em 2016 os bons clientes estejam direcionando as suas ações empreendedoras.

É de bons e inovadores clientes que todo empreendedor precisa!

Clientes de valor!

2016 de muita alucinação para você!

Jordano Gonzatto

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Deixe os loucos empreendedores participarem da gestão

Instabilidade e catalisação. A geração dos ‘loucos’ é o tudo e o nada na visão dos conservadores. 
O tudo, porque imaginar em seu quadro de funcionários pessoas loucas, ou fora da casinha, ou profissionais que criticam e mostram caminhos diferentes do comum, é ruim, péssimo para um empreendedor retrogrado e cabeça baixa. O nada, pois como loucos participando da gestão da empresa trarão resultados significativos?



O fato é que 'gestão é algo muito, mas muito importante para ficar somente com os gestores!'
Estar entre o tudo e o nada é o mesmo que tomar café com leite pensando que o suco é de laranja, resultado, azeda tudo. O momento exige que os loucos aflorem, deixem seus mosteiros no Tibete e entrem em cena de uma vez na gestão das empresas. 
Loucos na operação com viseiras tapando seu potencial de crescimento são como burros de carga. 
Loucos devem mostrar sua cara, mostrar porque vieram.
A geração dos loucos proclama por uma reinvenção do ambiente de trabalho. Seja quem for que reinvente o trabalho, se a empresa ou o profissional, quem puder fazer isso precisa agir imediatamente. A geração dos loucos não fica explícita no profissional somente, mas nas empresas, nas equipes e em seus perfis, em seus critérios. 
Você já passou por uma situação em que lançou uma ideia e surpreendeu-se com uma expressão dos demais dizendo, você está louco? Talvez você não tenha passado por isso, mas eu já estou acostumado. 
Se você já viveu situações como essa e se arrependeu, ficou envergonhado, pare! faça novamente, acreditar em si e nas suas idéias é o diferencial para o entusiasmo e, loucos são entusiastas por natureza. Da mesma forma, sua equipe já recebeu críticas como esta da diretoria, dizendo, vocês estão todos loucos! Puxa vida, quer elogio melhor que este para quem está em busca da criatividade e da inovação?


Loucos com mentes abertas para pensamentos e idéias incomuns. Loucos com sanidade suficiente para projetar negócios nunca imaginados. Loucos que residem no planeta da simplicidade, que perguntam três vezes ‘o porquê’ para ter certeza se as coisas podem ser feitas de outra maneira. 
A crítica à loucura no ambiente empresarial esta na incapacidade das pessoas  que não conseguem tirar as idéias do papel. 
Por vezes as ideias são muito malucas e de gigantesca dificuldade de aplicação. Por vezes,se mostram impraticáveis e é nesse momento que o louco precisa equilibrar os ânimos de sua insanidade para passar a enxergar como um realizador.
A geração dos loucos é aquela que idealiza o que fazer e também o como fazer, são esses os loucos que estão faltando nas empresas de hoje em dia, é esse nível de loucura que falta nos empreendedores. 
Se todo empreendedor fosse da geração dos loucos o mundo seria outro. 
Não enlouqueça, desça das nuvens para a realidade, pois os loucos possuem habilidade para executar. Habilidosos, tendem a executar suas ideias de maneiras arrepiantes. Não controlam sua insanidade ou mesmo seus limites dentro do hospício. 
Desesperam-se para atingir os resultados deixando para trás um rastro de criatividade, inovação e uma mistura de ansiedade e instabilidade. 
Loucos habilidosos dessa geração do fazer são como sementes aladas, espalham-se energicamente por campos empreendedores.
Hoje, século atual, as competências estão na aprendizagem, pois a voracidade para que as coisas inertes sofram mudanças na ótica insana é imediata. Loucos não são reagentes, são agentes de mudança, são pessoas que independente da geração, seja x, y ou z, botam pra fazer, revolucionam.
O imediatismo é uma das novas competências desta geração que aqui chamo de a geração dos loucos fazedores.
Somente com um ou dois parafusos soltos é que sentimos a coragem para fazer mudanças.
Outra competência inerente ao atual momento é a da iteração, não há mais como suportar ou permitir que ideias ou ações fantásticas fiquem sem continuidade. É a competência daqueles que não querem ficar só no planejamento, querem partir para a execução, inspecionando ao mesmo tempo em que vão fazendo. 


Loucos puxam, energizam os ambientes em que estão, movem peças com maestria sem ser cobrados para fazê-lo e chegam aonde querem. Buscam novas competências para desenvolver novas práticas.
Não gostar do tradicional é o principal motivo de surto para qualquer louco. Ter que repetir as mesmas coisas que são feitas há séculos é como dar um mergulho em uma piscina vazia. 
A reinvenção do trabalho parte desses malucos habilidosos fazedores que simplesmente fazem, porque fazer é a competência atual que mais pesa para o profissional.
Você é um profissional da geração dos loucos. Não é? Você prefere o risco teórico ou escorregar sem sentir o peso do mundo sob suas costas? Loucos dão sentido à vida, ao trabalho, ao mundo. Faça isso! Corra para um lugar incomum, não fique trancado dentro da mesma cela por tanto tempo. 
Levar a sociedade para um novo estágio é a função de todo louco. Loucos são loucos porque desenvolvem um sentido cognitivo diferente, são multitarefa, possuem capacidade de convergência, clareza e honestidade nas relações humanas, é assim que a vida segue na insanidade de quem não suporta ficar parado.
Em síntese, loucos são empreendedores, empreendedores são loucos!

Vamos em frente, nobres insanos empreendedores!!!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Intraempreendedorismo: você toma a decisão e corre o risco

Se você entrasse em um ônibus que estivesse prestes a explodir, com um maluco homem bomba carregado com TNT dos pés a cabeça, qual seria a sua reação?

Pois bem, é assim que me sinto quando vejo inúmeros profissionais ignorando a sua capacidade de tomar decisões extremas diante de um fato estarrecedor.



Vou explicar: no dia a dia não dá pra ficar pensando por muito tempo sobre como queremos que as coisas aconteçam. É preciso mexer o molho e decidir o que precisa ser feito. Entrar em um ônibus sabendo das circunstâncias suicidas é bobeira. Agora, entrar no ônibus pra trocar uma ideia com o homem bomba para convencê-lo a não fazer aquilo, outra ideia estupida, mas parece coerente para quem não quer perder a vida e não tem como deixar o ônibus.

Bom, neste caso, sinceramente a decisão mais indicada é sair correndo, voar pela janela e torcer para que nenhum estilhaço encontre você pelo caminho.

Mas o fato é que no cotidiano vivemos entre a cruz e a espada. Estamos sempre buscando um ponto de apoio para tomar uma decisão, o que queremos de fato é correr riscos.

Mas quando o assunto é empreender, então não tem como fugir do TNT, não tem como escapar de entrar no ônibus e fazer de tudo para que isso se transforme em um excelente passeio.

O dia a dia do empreendedor, em síntese, é assim, não importa se você esta intra empreendendo, empreendendo ou fazendo algo em prol do ganha ganha da vida. De um lado você tem o calderão pronto para explodir, de outro você tem que tomar a decisão, aceirtar o risco, buscar a adaptação.

O meu cotidiado tem sido muito tumultuado nos últimos 3 anos. Isso se deve ao fato de que eu passei para o intra empreendedorismo ou empreendedorismo corporativo. Por mais de 5 anos vivi no que chamam de empreendedorismo de start-up. Para entender melhor sobre esses conceitos indico este artigo que escrevi há um tempo atrás.

Pra resumir a diferença ficaria mais ou menos assim. No empreendedorismo de start-up você esta dentro do ônibus com janelas estreitas e apertadas, o que vai dificultar um monte escapar por uma delas. Ou seja, você esta dentro do ônibus e agora é entrar no fluxo e dar um jeito de falar a língua do maluco carregado de TNT para que ele não exploda o ônibus de jeito nenhum.

No intra empreendedorismo ou empreendedorismo comportativo você tem a opção de nem precisar apanhar o ônibus. É sério! você pode morar próximo da empresa e ir trabalhar de bicicleta, faz bem pra sáude. No entanto, se você decide apanhar um ônibus para realizar um trajeto qualquer certamente correrá o risco de encontrar não só um maluco homem bomba, mas também diversas pessoas dentro do ônibus, como o cobrador e o motorista, a senhora idosa precisando de ajuda, o cara lá do fundo que tá curtindo um som altíssimo no seu smartphone de última geração e, de repente, qualquer um pode entrar ou sair e fazer um estrago danado.

Certamente alguns discordam do comparativo, mas meu objetivo é mostrar que uma frente empreendedora esta ligada à outra, respeitando as devidas proporções e mantendo os cenários contextualizados.

Independente da situaçao que você se encontra, seja como a minha situação ou enfiado no meio de um projeto de start-up, o cotiado é explosivo. Nós precisamos estar preparados para diariamente enfrentar homens bombas, precisamos, na verdade nos especializar no desarme de bombas e, precisamos nos especializar no desarme de homens 'bomba'.

Vamos em frente!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Business Intelligence para Contadores

Olá!
Nobres amigos, parece estranho por esses tempos de correria, empreendedorismo, startups, colaboração, compartilhamento a gente falar por aqui de algo complexo, como é a nossa querida contabilidade.

O fato é que a contabilidade termina quando começa a análise de balanços e, caramba, esse assunto é mais complexo ainda. É verdade, fico até preocupado em falar sobre uma matéria que é de extrema importância para as empresas brasileiras, mas que tem um nível de dificuldade em ser interpretada que mais parece coisa de outro mundo.

Pois bem, deixando essa história de contabilidade, análise de balanços e contabilidade gerencial de lado, quero destacar abaixo uma apresentação que realizei em Brasília.DF. Tive a oportunidade de participar de um evento oferecido pelo Sescon.DF (Sindicato de Empresas de Serviços Contábeis, de Assessoramento Empresarial, Perícias, informações e Pesquisas do Distrito Federal) em que pude falar de Business Intelligence para Contadores.

Agora sim, a coisa fica mais fácil, pelo menos pra mim, pois quando entramos nos meandros da contabilidade em si, seus artefatos e vicissitudes, mergulhamos de fato, em um universo que é pouco ou quase nada dominado pelas empresas brasileiras, principalmente as Micro, pequenas e médias empresas.

Agora, como resolver esse problema caótico, ajudar os contadores com sua missão de agregar valor e potencializar as MPEs do Brasil a entender, interpretar e, principalmente, usar a contabilidade para crescer e aparecer?

A respostas para mim esta clara, é usar a inteligencia de negócios por meio das tecnologias de Business Intelligence para chegar a resultados rápidos, na forma de índices, KPIs, gerando dashbords e cockpits analíticos, facilitando a interpretação, o entendimento e resolvendo um grande problema para os empreendedores quando perguntam para seus contadores sobre como esta o desempenho da sua empresa.

Por meio dos slides abaixo você vai ver alguns painéis que construímos e que pode ser acessado pelo site www.vistraspedbi.com.br. O objetivo? colocar as MPEs brasileiras cada vez mais à frente do seu tempo, apoiando empreendedores na análise de suas informações e na tomada de decisões.



Contador, não perca tempo, gere mais valor para o seu negócio!
Empreendedor, você pode fazer mais e melhor nas suas decisões, busque entender mais sobre a contabilidade da mesma forma como você já entende de inovar e empreender.






quarta-feira, 24 de abril de 2013

Vistra Business Intelligence - Management for all!

Este infográfico resume bem a nossa linha evolucionária em busca da inteligência analítica, do dado e da decisão. Coisas tão cognitivas que levam o homem à construção do mecanismo mais fantástico da computação, o Business Intelligence. 
Faltou algo nesta imagem, no ano de 2010, nasce a Vistra Software e Consultoria, uma start-up de Business Intelligence brasileira, revolucionária que objetiva potencializar o sucesso das empresas brasileiras com produtos e conceitos inovadores, trabalhando de forma forte para levar a gestão para todos!

vistra business intelligence