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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Kanban na Unipar

Olá pessoal, tudo bem?

Quero compartilhar com vocês, pois nesta semana tive um dia muito especial. Fui convidado pelos professores do Curso de Sistemas da Informação da Unipar, para realizar um trabalho referente a Kanban.

A ideia inicial apresentada tinha como desafio resolver algumas dores tanto dos professores, como dos alunos e com isso, construir um modelo de trabalho para apoiar os alunos na organização de suas atividades de estágio. Desta forma, os professores podem 'enxergar tudo' o que precisa ser feito e entender em que momento o aluno está na realização de suas atividades.

Eu não vou entrar em detalhes aqui, pois a Universidade tem o seu modelo pedagógico e entendeu que implementar um quadro visual que contemple o fluxo das atividade/tarefas dos alunos ao longo do ano, para realizar seus projetos de estágio, trará um impacto positivo ao externalizar o processo todo.

Eu sou suspeito para falar sobre o quanto um modelo de gestão à vista é altamente produtivo para qualquer ambiente ou situação, seja na sua casa, no seu departamento, na sua empresa. Enxergar o todo é tudo!

Kanban é visibilidade, é fluxo contínuo, é sistema puxado, é trabalho em progresso. Fico imaginando se todas as escolas, universidades, empresas, pudessem inserir um quadro visual para enxergar ou mesmo modelar seus processos, entender o andamento das coisas, como isso poderia mudar o mundo, como isso poderia deixar os negócios mais versáteis e as pessoas e equipes mais produtivas.

Mas o fato é que desejo muita força e determinação para o time da Unipar de Sistema da Informação, para que sigam em frente, não deixem de avançar na inspeção, na adaptação necessárias para que a evolução deste modelo sistêmico que juntos construímos perdure e possa se transformar em uma grande revolução no modelo educacional.

Não tenho dúvidas de que ensinar e aprender com um ambiente visual, previsível, sistêmico, ágil é altamente produtivo, empolgante e de crescimento para todos.

Especialmente ao alunos, encarem o Kanban, os seus cartões, os seus sinais, passos e tudo o mais que for construído como se só isso interessasse. Acreditem, nada pode impactar tão positivamente na vida de todos que adotar métodos de produtividade pessoal. Precisamos parar de começar e começar a terminar, entregar pouco, mas com valor!

Aos professores, contem comigo para apoiar no que for necessário. É o primeiro passo e ele precisa ser movimentado com iteratividade e novos incrementos. Olha foto da galera abaixo.





Vamos que vamos!

Abraços!

Jordano Gonzatto
Empolgado demais com a revolução nos modelos de educação e gestão.



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Mantenha-se simples, enxuto e ágil


“A chave é retomar a arte de pensar pequeno: satisfazer os clientes, conseguir comunicações mais rápidas, mover-se com mais agilidade, todas estas coisas são mais fáceis quando se é pequeno. E estas são todas as características de que se precisa num ambiente global de rápida mudança” 

Jack WelchJr., ex-presidente da General Eletric Co.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Canvas para Gestão de Estratégias


Concluí um estudo de mais de 7 anos sobre um tema um tanto quanto instigante: Gestão Ágil de Estratégias.

Neste tempo escrevi um e-book ensaiando sobre o assunto de Empreendedorismo Ágil já puxando uma pegada para gestão de estratégias.

Ainda em 2008 quando comecei a escrever não encontrava nada sobre o tema no Brasil. Tínhamos muitos profissionais escrevendo e falando sobre Ágil mas de maneira aplicada à engenharia de software.

Quando em 2009, encontrei publicações de um americano que estudou o reflexo das metodologias ágeis sobre o modelo tradicional que é realizado o planejamento estratégico.

Bingo! eu tinha a faca e o queijo na mão para colocar as minhas ideias em prática, inclusive aqui cabe um agradecimento as empresas e aos empreendedoras que desde então possibilitam que eu utilize suas bases organizacionais para aplicar e testar ideias inovadoras. Obrigado!

Na época comecei a juntar informações sobre a formação de estratégias e compilei o e-book. Ele é todo orientado para o modelo de como organizar estratégias sob 4 óticas: estratégias Intencionais - Emergentes - Iterativas - Incrementais. Acesse o e-book aqui veja o que descobre http://goo.gl/aszeeQ

Após a publicação do e-book, eu não parei, fui mais a fundo e ao mesmo tempo a comunidade ágil no Brasil dava passos largos para que a metodologia fosse encarada sob a ótica da estratégia.

Empresas em mercados complexos precisam atingir alvos móveis, a melhor maneira é gerir estratégias com processo enxutos e valores comportamentais ágeis.

Em 2014 publico aqui para vocês pela primeira vez o Canvas para Gestão de Estratégias. Anexo abaixo a figura que apresenta 9 blocos de análise para validar estratégias empresariais, de equipe e pessoais.

São blocos analíticos, através deles você descobre se a sua estratégia é boa ou ruim.

Garanto que este modelo foi testado e esta em implementação em uma empresa modelo que logo trarei mais informações sobre ela.

Strategy Model Generation
Neste link você pode acessar outra versão do Canvas de Estratégias -  http://goo.gl/JrEugy

Não perca os próximos posts, pois estarei detalhando melhor as ideias por aqui.

Espero que goste!

Vamos que vamos!

Licença Creative Commons
Strategy Model Generation de Jordano Gonzatto está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em http://jgonzatto.blogspot.com.br/2014/05/canvas-para-gestao-de-estrategias.html.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em http://jgonzatto.blogspot.com.


sábado, 24 de outubro de 2009

artigo 4 - viva o novo!

Você já sentiu o gosto da mudança?

É como começar um artigo do zero. O papel está limpo, sem palavras, rabiscos ou poemas e você tece linha por linha, aos poucos, num crescimento comedido, mutável, adaptável.

Estou concluindo o artigo de número 4 e ele já tem título.

"Empreender ágil - ação!"

No article 3 falamos sobre gestão.

As etapas já publicas do Empreendedorismo ágil são: criação, atitudes, originalidades, gestão.

Agora vamos para a AÇÃO!


Numa mistura geral ao melhor estilo liquidificador, vamos navegar pela percepçao criativa do fazer entendendo sobre a convergência de competências empreendedoras e valores ágeis.


As etapas que estão desenhadas pelos artigos não tem critério específico de valor, acredito que o importante é ter claro que todas são complementares e que não podemos separar ou valorizar uma em diferenciação da outra, mas sim praticar, abranger preferencialmente todas.

Fica o meu convite para vocês!

Agradeço aos mais de 800 leitores deste blog.


Agora nós entramos na mudança própriamente dita.


Jordano Gonzatto

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Artigo 2 - atitude e originalidade

Olá pessoal!

Estou cada dia mais contente com o resultado de meus estudos sobre Empreendedorismo ágil e principalmente pelos comentários dos malucos de plantão. Muito obrigado!


Se você é praticante de metodologias ágeis, é fanático por gestão de negócios, projetos e pessoas, tenho certeza de que você vai entender do que estou escrevendo.

Se você não é praticante de metodologias, nunca ou pouco, mais ou menos, e nada leu sobre esse blog, entenda que você terá conteúdo sobre Empreendedorismo e práticas de pessoas que buscam melhor desempenho para sua produção.

Independente do seu estágio de conhecimento em empreendedorismo e métodos, vou tentar fazer acontecer uma mudança de percepção.

O artigo 2, ‘Atitude e Originalidade’, enaltece os valores e princípios que um método precisa ter para gerar vida. Vida para o empreendedor é conhecimento. Produzir conhecimento através de atitudes e métodos produtivos é convergir competências.

No artigo 1, ‘Método 2.0 – crie o seu!’, despertei a possibilidade de você criar seu próprio método ou se preparar para conhecer o Empreendedorismo Ágil aqui pelo blog.


A empresa do futuro é ágil. Ser ágil é estar pronto para a mudança.

Acompanhe meus textos e pesquisas. O objetivo é colaborar com você.

Deixe seu comentário.

Jordano Gonzatto

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Plano de Negócios ágeis

Acredito que todos deveriam encarar o plano de negócios de forma diferenciada. Principalmente empresas/profissionais iniciantes. Não podemos separar o fato de que um plano de negócios é utilizado apenas para captar recursos e provar a viabilidade de algo.

Quem já passou pela experiência de quebrar com startups sabe como um plano de negócios faz bem pra saúde. E sabe da importância de ter algo no papel, seja para dizer que escreveu o que pensa, seja para estruturar a empresa.

Defendo que um plano de negócios deve sim ser feito independente do que se pretenda fazer, seja uma empresa/produto/serviço, algo de R$ 30,00 / 300,00 / 300.000,00 ou 3.000.000.000,00.

A diferença está na forma como você vai usar o plano. Não seja metódico, seja flexível, seja ágil ao conceber um plano de negócios.
Guy Kawasaki defende a criação de uma apresentação de vendas antes da criação de um plano de negócios, até mesmo antes da criação do produto/serviço. Mas não diz em momento algum para não fazer um plano. Além disso, defende a criação de apresentações para parceiros e investidores. Em síntese, esses três documentos fazem parte do Plano de Negócios. E, para quem está iniciando, o mínimo que precisa é ter claro o que pretende fazer com o produto/serviço, portanto, plano de vendas ou uma apresentação de vendas se fazem necessária.

Costumo dizer que vc deve encarar o seu Business Plan como um SCRIPT DE VENDAS. Desta forma, você terá em 1 ou 2 páginas um resumo do que pretende fazer e, principalmente, apresentar para o seu comprador/investidor/etc. Esse resumo futuramente vai se transformar em um Sumário Executivo.

O que vejo de mais legal, e indico, é que ao escrever o seu plano, vc vai tendo idéias, ao mesmo tempo lance essas idéias em um Backlog, e depois alinhe essas idéias com o seu plano, e dê sequencia na execução.

Portanto, se vc cria um documento ou não, para formalizar o seu plano de negócios, ou se o seu plano de negócios está moldado em um website que disponibiliza o seu software para o cliente, uma coisa é certa, você tem um PLANO, vc tem algo na mão.

A discussão sobre planos de negócios é pertinente, e percebo que a gente só fala de empresas e profissionais que deram certo, tendo ou não um plano de negócios. Vcs leram no livro STARTUP onde todos tinham um plano. Agora, ninguém fala das empresas que quebraram pq não fizeram um plano.

Ter uma boa idéia e lança-la na web é o primeiro passo para um plano de negócios. Lance o seu website, seu software, ele já é o seu plano externalizado e concretizado. Se vai dar certo sua idéia, só suas ações é que vão dizer. Agora, a partir do momento em que você precisa de melhorias, vem a questão, onde melhorar?

Enfim, nos dias atuais, a ausência de foco e prioridade são cruciais, se vc usa Scrum, use-o bem. Se vc não tem um plano, pense em fazê-lo. Guy Kawasaki sugere que você comece com uma apresentação, de 8/9 slides, no formato 10/20/30, seguindo um modelo inicial de apresentação para depois complementá-lo no formato de um plano.
1. apresentação da empresa, seu nome e dados
2. o problema que vc pretende resolver para seu cliente, para a sociedade, para o mundo
3. qual é a sua solução
4. modelo de vendas - como você propõe valor ao cliente e cobra dele
5. Tecnologia - o que vc tem de bom e qual é a sua mágica
6. demonstração de seu produto - ao vivo, em vídeo, para que todo possam vê-lo
7. Concorrência - quem faz o mesmo que vc e como faz
8. Equipe de gerencia - esse tópico é importante, pois a preocupação com quem faz é a primeira na ótica as empresas
9. os proximos passos para fazer a adesão do cliente ao seu produto.

Eu já fiz umas 10 apresentações com esse modelo e afirmo, ela é 60% do seu plano de negócios. Não podemos ignorar que formatar um Business Plan é tarefa fácil, não é, demanda tempo, entendimento e muito conhecimento específico, sobre diversas áreas. Gosto muito da idéia de ter um plano em mãos pra tudo. Agora, não saia criando planos sem significado, sem que exista uma performance por trás dele.

Para finalizar, entenda: seu plano de negócios é seu EVANGELHO, como você vai à negócios sem ele?

Recomendo a compra do livro 'A arte do começo' do Guy kawasaki. Para iniciantes ele é como um livro de cabeceira.

att

Jordano Gonzatto